Os cuidados para uma boa condição de vida
Assim como no autismo e no TDAH grave (transtorno de déficit de atenção com hiperatividade), as crianças portadoras da Síndrome do X Frágil devem ser acompanhadas por neurologista, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e outros profissionais tanto da saúde como da educação. As áreas de atendimento especializado são definidas de acordo com cada indivíduo e devem ser revistas ao longo de seu desenvolvimento.
Educadores e terapeutas devem minimizar estímulos que não sejam tão importantes naquele momento, dividir as atividades em blocos de acordo com seu tempo de atenção, reduzir a necessidade de contato visual e informar a criança sobre mudanças na sua rotina.
A dificuldade em lidar com estímulos excessivos pode levar os portadores da doença a comportamentos inadequados como agitar as mãos, fala repetitiva e irritação, mesmo em situações em que suas habilidades cognitivas são suficientes para um bom desempenho. O uso do computador tem sido muito eficiente para realizar atividades educativas.
Pessoas afetadas pela Síndrome do X Frágil tendem a imitar, portanto é imprescindível que se dê um modelo adequado. Eles se sentem bem quando a rotina é seguida (M.O)





