Se com o horário de verão ficou mais difícil acordar cedo, imagine então com um colchão novinho em casa? Pois mais complicado ainda é resistir aos modelos cada vez maiores e mais confortáveis que chegam às lojas, principalmente se o vendedor for logo dizendo ''molas''.
Isso porque são justamente os colchões de molas as grandes vedetes do mercado. E não é exagero quando se fala em grande já que um colchão do tipo king size americano tem medidas de 1,93 m x 2,03 m. Ou seja, espaço é o que não vai faltar para o casal.
Com 120 anos no mercado, a norte-americana Sealy é pioneira na produção de colchões de mola. Trouxe a experiência para o Brasil, onde já tem fábrica própria. Em Londrina, o top de linha, o modelo Luminary, custa R$ 3.200, mas os preços começam em R$ 800 e níveis de conforto que variam do firme ao ultramacio.
Ao lançar o pocket system, a Castor realiza o sonho de muitos casais à beira de um ataque de nervos. Isso porque com o sistema, onde as molas são ensacadas individualmente, não transmite o movimento para a outra pessoa. Nesse caso, se o marido se mexe muito durante a noite, a esposa nem percebe.
É a mesma idéia das molas de fio contínuo da curitibana Ronconi, que quer mesmo ver a felicidade dos casais. Ainda mais se eles estiverem embalados por um jacquard belga. Os conjuntos custam em média R$ 2.000, mas os preços caem para R$ 500 se forem para solteiro.
Não há como saber exatamente quanto tempo dura um colchão, mas as garantias oferecidas pelas fábricas já servem como boa dica. Em média, os modelos em espuma têm três anos de garantia e os de molas, variam de 10 a 15 anos. Já pensou em quantas boas horas de sono nesse tempo todo? Melhor desligar o despertador. n

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