Apesar da pouca idade, Gabriela, hoje com 8 anos, cursando o quarto ano, já sabia o que queria quando ainda estava no terceiro: mudar para uma escola maior. Os pais da menina, o engenheiro agrônomo Antônio Carlos Zorato Junior e a psicóloga Fabiana Zorato, tinham a intenção de deixar Gabriela e a irmã, Patrícia, de 6 anos, na escola que elas estudavam, menor e mais perto de casa, até pelo menos o quinto ano da filha mais velha. Mas os planos mudaram quando ela pediu pela mudança no ano passado.

"Gabriela justificou que queria uma escola maior, que tivesse mais atividades. Então começamos a pesquisar e depois de visitar e conversar com as direções, demos duas opções para elas. Só então elas visitaram as duas e fizeram a opção", explica a mãe, informando que a mudança foi feita no início deste ano letivo.

Segundo o pai das meninas, apesar do desejo deles de deixá-las na escola anterior, onde deveriam estudar por pelo menos mais dois anos, a mudança foi adiantada porque "a opinião das meninas é muito importante". "Acredito que houve uma sinergia entre o que nós já queríamos e a vontade delas, só adiantamos um pouco os planos", afirma.

Quando começaram a pesquisar as instituições, além da localização e logística para chegar até a escola em horários de pico, o material didático, a estrutura, o acolhimento e a segurança eram muito importantes. "Nosso medo era que elas fossem mais um número em uma escola enorme. Mas percebemos que até o pessoal que auxilia na portaria, os seguranças, nos conhecem, conhecem nosso carro e quem está autorizado a buscá-las. Então, mesmo sendo um colégio grande existe essa individualidade, o que é muito importante para nós", afirma Antônio Carlos.(P.B.O.)

Imagem ilustrativa da imagem Opinião que importa
| Foto: Celso Pacheco
Fabiana Zorato e as filhas Gabriela, de 8 anos, e Patrícia, de 6: plano de mudança foi antecipado e deixou toda a família satisfeita
mockup