O videogame pelo parquinho
Na casa de João Lucas, de 9 anos, o incentivo dos pais foi essencial para que o garoto esquecesse um pouco do mp3, videogame e até do celular. Hoje, ele afirma que bom mesmo é brincar com os jogos de montar. Tanto é que exibe com orgulho as espaçonaves criadas por ele com peças de encaixe.
A mãe, Camila Ferezin do Amaral, de 31 anos, conta que sempre estipulou horário para os eletrônicos. A partir do momento que passei a dedicar pelo menos uma hora para brincar com João no parquinho, todos os dias, ele deixou de lado o videogame. Foi uma boa troca, diz.
Atitude que, segundo Patrícia, é a melhor a ser tomada, pois como não existe idade certa para substituir bonecas e carrinhos, os pais devem ficar atentos à hora em que os eletrônicos devem entrar ou sair de cena.
O celular vem a ser útil somente para localizar e ter notícias dos filhos, portanto, na minha opinião, é mais indicado a partir da transição para a adolescência. Já o videogame estimula muito o raciocínio; a restrição é quanto ao tempo de uso, o que vale também para o mp3. Nada é maléfico desde que haja coerência e seja bem dosado, observa. (M.O.)





