O trio de Mariza
Quando começou a pensar em engravidar, o nome para a primogênita veio simultaneamente. "Sempre quis ter uma filha Ana Clara", conta a arquiteta Mariza Machado. "Foi um nome que alguma vez escutei e me marcou", lembra.
Intuição de mãe, talvez, ela nunca fez listas com nomes masculinos. "Se fosse um menino estaria perdida", brinca Mariza, que teve três meninas. "E as escolhas para os nomes foram sempre muito rápidas. Nunca foi de eu querer um nome, meu marido outro. Escolhíamos um e ficava aquele", lembra.
Depois da Ana Clara, de 12 anos, vieram Ana Vitória, 7, e Ana Luisa, 5. "Sempre quis ter três filhos, meu marido dois. Então estávamos negociando quando veio a segunda gravidez. Ele, Vitor Hugo, falou do nome dele. "A gente não queria colocar o nome do pai no filho, então se fosse menino seria João Vitor e a menina Vitória, mas aí a gente já tinha uma sobrinha Vitória", lembra.
"Aí quando fiquei sabendo que ia ter outra menina, pensamos que ela poderia ficar pensando duas são Ana e eu não, então fomos procurar um nome", conta Mariza, que optou por Ana Luisa para a caçula. "Eu já ia para o ultrassom com o nome escolhido."
"Chamo as três pelo nome inteiro", avisa a arquiteta. "A Ana Clara que os amigos chamam de Ana, Aninha, mas em casa, os avós, a chamam de Ana Clara. As menores que a chamam de Tata. Antes mesmo de falar papai e mamãe, a Ana Vitória já chamava a irmã de Tata", conta. (K.M.)





