O sul no mapa das grifes
Já vai longe o tempo em que para se comprar roupas de marcas conhecidas na moda internacional era preciso viajar para o Rio de Janeiro ou São Paulo. De olho no promissor mercado do sul do País, começam a ser inauguradas cada vez mais novas lojas nos shoppings e pontos privilegiados de capitais como Curitiba e Porto Alegre. E a tendência, não na moda, mas no mercado, não decepciona nem aos clientes mais exigentes.
Um exemplo é o da grife nova iorquina DKNY. Com uma festa de inauguração que reuniu mais de 2 mil pessoas no Shopping Crystal, em Curitiba, a grife veio para o sul com a corda toda. Basta dar uma olhadinha na loja, que segue exatamente os mesmos padrões das lojas da marca no mundo todo. São 300 metros quadrados de bom gosto, onde fotos de Nova York em preto em branco dão o clima para as roupas que vão desde os joggings para ginástica até o prêt-à-porter. A idéia, segundo a licenciada da grife no Brasil Eliana Tranchesi, é a de vestir a mulher, e mesmo o homem, dos pés a cabeça.
Capa de chuva com bolsa para sombrinha sobre minissaia e camiseta de malha. Tudo Max Mara. Ele veste Hugo BossA coleção é muito variada, explica Eliana. E a gente fica satisfeita de poder atender ao cliente de uma forma completa. Por isso resolvemos trazer também a coleção infantil da Donna Karan. As peças que vem para cá são exatamente as mesmas que estão sendo colocadas no mercado lá fora.
Quando decidimos abrir mais uma loja fora do eixo Rio/São Paulo, podíamos escolher qualquer outra cidade. Tínhamos essa autonomia diante da grife. Optamos por Curitiba porque achamos que a mulher daqui é muito parecida com a paulista. Ela tem prazer em se vestir bem. Assim, decidimos oferecer a ela uma roupa honesta. Cada peça tem o preço que merece. É fashion e sem exageros, diz Eliana.Texto e produção
Para os homens, a proposta da Hugo Boss: malha de algodão, sobreposta por terno de lã friaVivian de Albuquerque





