''Quem faz bronzeamento artificial tem duas vezes mais probabilidade de ter câncer de pele, e os jovens são os mais vulneráveis'', noticiou o jornal londrino The Guardian. A professora Margaret Karagas, da Faculdade de Medicina de Dartmouth, New Hampshire, EUA, entrevistou 1.500 pessoas na faixa de 25 a 74 anos, das quais mais de 50% haviam sido diagnosticadas portadoras de câncer de pele. Constatou-se que as probabilidades de se contrair a doença aumentavam ''em até 20% para cada década de bronzeamento artificial antes dos 50 anos'', declarou o jornal The Times of London. Segundo a professora, ''as lâmpadas usadas no processo de bronzeamento imitam a luz do sol só que com uma dose intensa e concentrada de radiação ultravioleta''. As mortes causadas atualmente pelo câncer de pele na Grã-Bretanha triplicaram em comparação com a década de 60. Só na Escócia quadruplicaram. Especialistas dizem que isso é devido à maior exposição à radiação ultravioleta, tanto pelo bronzeamento natural como pelo artificial. ''Não existe bronzeamento seguro'', disse o porta-voz da entidade Cancer Research UK. ''Na realidade, o bronzeamento é a reação do corpo aos danos infligidos ao DNA''. (Da Redação)

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