Ciúmes, perdão, presentes. Palavras que estão sempre relacionadas com namoros e fazem parte da história de muita gente. Aproveitando o clima de romance saimos às ruas de Londrina para saber o que algumas pessoas pensam e já viveram sobre esses temas.



Como vai ser o Dia dos Namorados sem namorado?
  ‘‘Sempre saio aos sábados e acho que vou sair nesse também. Terminei um namoro há pouco tempo e não estou pensando em namorar por enquanto nem estou procurando ninguém. Mas estou vivendo, se aparecer alguém tudo bem, vamos ver o que acontece. Se não acontecer nada, tudo bem também’’
Ana Paula Grande Domenis, balconista, 18 anos



Você tem ciúmes de quê?
  ‘‘Tenho ciúmes de mulheres que ficam dando em cima do meu namorado. Hoje sou menos ciumenta, mas já fui mais. Não brigo com o meu namorado, mas fico muito irritada se percebo que alguma ex está se insinuando ou se alguém me conta alguma coisa. Estou namorando há cinco meses e ainda não aconteceu nada, mas, se acontecesse, iria conversar com a menina’’
Renata Fornaciari Martins, enfermeira, 23 anos



  O que você não perdoaria em um namorado?
  ‘‘Acho que não perdoaria uma traição. É fundamental ter respeito na relação. Eu confio nos meus namorados, não gosto de ficar pegando no pé. Acho que todo mundo tem que ter sua liberdade. Por isso acho a traição difícil de perdoar, porque você fica pensando que a pessoa vai fazer de novo, acaba a confiança. Mas cada caso é um caso. Dizer que nunca perdoaria é difícil’’
Josiane Pavan, estudante, 24 anos



Qual o melhor presente que você ganhou?
  ‘‘O melhor presente que ganhei foi um jantar. Acho legal dar presentes que os dois aproveitem no Dia dos Namorados. Em outras datas, é legal você conhecer bem a pessoa e dar algo que sabe que ela vai gostar. Costumo prestar atenção a comentários do tipo ‘que legal isso’, ‘olha que coisa bonita’, ajuda a escolher. Eu já dei livros e acredito que agradaram’’
Christian Ribeiro Franco, estudante,
20 anos



  Qual o pior presente que você já ganhou?
  ‘‘Foi um perfume. Não gostei do cheiro e daí usava só para jogar bola. Ainda bem que a menina nunca perguntou nada. Agradeci, disse que tinha gostado, mas nunca usei o perfume para sair. Acho que para comprar um presente assim você tem que conhecer bem a pessoa, e nós estávamos juntos há pouco tempo’’
Rafael Alves de Lima, estudante,
19 anos

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