O vírus A é transmitido por fezes, através de água e alimentos contaminados. É mais comum na infância e não deixa a doença chegar ao estágio crônico. A cura é espontânea. O quadro da doença é aquele conhecido, em que o paciente ficava na cama três meses comendo doces. Hoje o tratamento é diferente e se restringe à bebida alcoólica, moderação nos alimentos e diminuição nas atividades físicas. Já tem vacina, mas não é feita vacinação no âmbito de saúde pública. Tem baixa mortalidade e quem contrai nem sente que contraiu, nem fica amarelo. É tão grande a chance de pegar que os médicos recomendam a vacinação.
O do tipo B também tem transmissão por via sexual, da mãe para o filho no nascimento e através de sangue e em pessoas que moram na mesma casa (como o vírus C). Ele leva à doença crônica, cirrose e câncer de fígado. Para este vírus tem vacina e toda mulher grávida deve fazer o teste (AgHBs). A incidência no Brasil é maior na região norte (15% da população), mas nas regiões sudeste e sul fica em torno de 1,5% a 3% da população á- ainda não se sabe a razão disso.
O vírus D, que só tem no Brasil, na região amazônica, só ataca quem tem o vírus B. As consequências são as mesmas e ele piora a evolução do vírus B. Se a pessoa é vacinada para o vírus B não deve contrair o D.
O vírus E não é tão importante no Brasil. Não tem transmissão conhecida e é também semelhante ao vírus A. Também não existe vacina.
O tipo G está em estudo e parece que se transmite pelo sangue.(C.A.A.)

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