Aos 73 anos de idade, Aparecida Lidia de Freitas Ramos tem uma vida ativa. Ela canta em coral, joga baralho com as amigas e pratica atividade física. Mas é mesmo quando chega em casa que sua alegria fica mais completa.
  Tudo por conta de Nina, uma lhasa apso de oito anos tida por Aparecida como sua grande companheira. Os anos de convivência com a cadelinha a transformaram em um membro da família.
  ‘‘Quando chego em casa ela já está com o brinquedinho na boca me esperando para brincar. Como companhia, ela é muito importante para mim. Eu converso com ela e com Deus o tempo todo. Nunca senti solidão’’, declara.
  A convivência com animais sempre existiu na família de Aparecida, que acredita que um lar sem um animal não é a mesma coisa. ‘‘Meus dias em casa sem a Nina seriam tristes. Ela é minha fiel companheira. Os animais nos completam! As pessoas que não têm não acreditam, mas eles entendem tudo, só não falam. A companhia deles, muitas vezes, é melhor que de um ser humano, pois estão sempre felizes, bem-humorados e prontos para nos dar carinho’’, acredita Aparecida. (E.S.)


Imagem ilustrativa da imagem ‘Nunca senti solidão’
Aparecida Ramos, 73 anos, e sua lhasa apso Nina: ''Eu converso com ela e com Deus o tempo todo''
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