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  Felipe Andreoli está ansioso. Amanhã (26) ele muda o status de solteiro para casado, depois de subir ao altar com Rafaela Brites, a apresentadora de TV que ele conheceu via Facebook e namora há pouco mais de 10 meses. Ontem (24), Andreoli baixou mais uma vez em Londrina, para comandar a stand-up comedy no BarZera!. Integrante do CQC, paulistano, 31 anos e jornalista por formação, uma semana antes de sua vinda à cidade, ele bateu um papo com a coluna.
O CQC trouxe à televisão brasileira um programa que une inteligência, crítica e comédia e é sucesso absoluto, deixando para trás a má fama que diz que o brasileiro só valoriza o humor banal. Por que, na sua opinião, o CQC faz tanto sucesso?
  Porque o programa saiu da linha dos humorísticos que temos no Brasil. Ali somos personagens, mas somos nós mesmos também. E isso trouxe algo diferente para a TV. Isso sem mencionar o enfoque político do programa que também é muito forte.
Como é trabalhar ao lado de Marcelo Tas, Rafael Bastos e o Cortez, Danilo Gentili, Oscar Filho, Marco Luque e Monica Iozzi?
  O nosso entrosamento fora do trabalho é muito bacana mesmo. É claro que não saímos e nos vemos todos os dias, mesmo porque temos agendas malucas. Mas sempre que estamos juntos é muito agradável e divertido.
Humor tem limite?
  Isso é algo pessoal. Cada pessoa vê em si mesmo o limite. Eu acho que o humor tem que ser livre. Dou risada de todos os temas. E tem coisa que não acho graça, mas não por causa do tema. Tem gente que é mais restrita. Assim é.
O que mudou na sua vida após sua entrada no CQC?
  Tudo. Mas principalmente o reconhecimento do público. Até hoje, quatro anos depois da estreia do programa, estranho quando alguém me aborda ou fica olhando para mim. Fico achando: tá me olhando por quê? Tô cagado? (Risos)
Você é sempre bem-humorado?
  Nada! Acho que as coisas engraçadas que falamos e fazemos tem muito a ver com o nosso mau-humor, isso sim!
Você acha que programas como o CQC, por exemplo, ajudam o stand-up a fazer tanto sucesso?
  Sem dúvida. Grandes precursores do stand-up aqui são do CQC. Danilo, Rafinha, Oscar acabaram abrindo espaço pra muita gente nova que tem hoje.


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Eterna estrela da ginástica rítmica brasileira, Dayane Camillo perdeu as contas de quantas medalhas conquistou representando o Brasil pelo mundo. Eleita pelo Comitê Olímpico Brasileiro a embaixatriz da modalidade, desde 2005 ela atua como técnica da GR Infantil da Unopar. Na última semana, sua equipe voltou com a medalha de prata do Campeonato Brasileiro de Conjuntos, disputado no Pará. ‘‘Na próxima semana já começo o trabalho para os campeonatos que iremos disputar em 2012’’, adianta ela.
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