Seguindo sugestão da colega de trabalho, o arquiteto Zeca Repette, 35 anos, submeteu-se no ano passado a um peeling químico. O objetivo era amenizar marcas de acne e manchas do sol, do qual costuma abusar. Ele diz que aprovou o resultado e que está ‘‘mais bonito’’. Se sentir necessidade, uma cirurgia plástica estética também não está descartada.
As mudanças no visual de Zeca, contudo, começaram há dois anos, quando fez um clareamento nos dentes. ‘‘O resultado foi bastante satisfatório’’, conta. A partir daí, o desejo de melhorar a aparência provocou novas buscas.
Em viagem, no início do ano passado, uma consulta a um ‘‘personal stylist’’ nova-iorquino convenceu o arquiteto a mudar o jeito de pentear o cabelo. Como é extrovertido e gosta de praticar esportes, recebeu também o conselho para usar roupas clássicas combinadas a acessórios tribais (colares, pulseiras rústicos). ‘‘Eu era muito mauricinho’’, revela.
O arquiteto observa que há algum tempo queria mudar o visual, mas não sabia como. As opções colocadas pelo consultor de estilo o encorajaram a promover as transformações logo sentidas pelos amigos. ‘‘O importante é você estar bem consigo mesmo. Busquei a auto-sastisfação sem me importar com a opinião das pessoas.’’
Para Zeca, o homem sempre foi criado com um preconceito que vem se diluindo com o passar dos anos. Como exemplo, cita a atitude dos adolescentes que mudam o cabelo, adotam um estilo, uma moda, se tatuam, usam adornos. ‘‘A questão da vaidade, hoje, é tratada de forma mais natural’’, considera ele. (V.A.P.)

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