Negociar para impor limites
A empresária Fernanda de Freitas Marques, mãe de André, de 4 anos, conta que a negociação é a melhor forma de lidar com as vontades do menino, que às vezes chora tentando conseguir alguma coisa.
"Ele é arteiro e também impaciente, mas considero que isso seja normal nas crianças. Quando dizemos 'não' ele chora, mas não faz escândalo. Meu marido e eu sempre conversamos com ele antes de sair de casa e explicamos como será o passeio, mas algumas vezes ele acaba pedindo alguma coisa mesmo assim", diz.
Apesar de sentir dificuldade em negar alguns pedidos do filho, Fernanda afirma saber da necessidade de dar limites. "Quando não posso comprar, digo que naquele momento não tenho dinheiro. Quando podemos, digo para ele escolher uma coisa só. Ele até pede duas, mas insistimos em apenas uma", garante.
Se o menino tem dificuldades para aceitar o que foi combinado, o casal opta por se retirar do local até que André se acalme. "Uma das situações foi em uma festa de aniversário. Meu marido voltou com ele para o carro e lá ficou por uma meia hora, antes de voltar para a festa. Procuramos sempre dizer a mesma coisa para ele, às vezes um ou outro cede com a mamadeira, mas com as outras coisas, não", destaca. (E.G)






