Não ficamos restritos a assuntos da aula
A estudante Jackeline Bergamo Xavier, de 21 anos, já tem certo domínio do inglês e por isso gosta bastante das atividades de imersão. "Vamos a lugares que tenham a ver com a cultura americana, procuramos viver o cotidiano americano, com comidas típicas. Tentamos fazer os pedidos em inglês e se não sabemos exatamente a palavra, nos fazemos entender explicando o que queremos, afinal, no exterior quem nos atender não irá saber português", destaca.
Sua irmã, a também estudante Caroline Bergamo Xavier, de 17, está no nível intermediário e, por não ter ainda tanto domínio de vocabulário, explica que as vezes fica insegura com as situações. Mas o apoio do professor, que está sempre por perto, ajuda. "Acho importante estar em outro espaço e ter esse convívio com a cultura de outro país. Como tem palavras que não conhecemos, sempre estudamos um pouco antes das aulas de imersão", explica.
Com viagem programada para Londres no ano que vem, sua primeira experiência fora do País, Jackeline diz que se sente preparada e que as oportunidades de imersão com colegas de turma ajudam bastante. A convivência diária com outro estudante da língua também é apontado como algo positivo pelas irmãs, que procuram conversar em inglês em casa. "Isso ajuda a aumentar o vocabulário e também ensino algumas coisas de gramática que a Carol ainda não aprendeu."
Jackeline diz também que fora do ambiente escolar os alunos se sentem mais soltos para conversar. "Falamos sobre tudo, nossa rotina, filmes, coisas pessoais, não ficamos restritos a assuntos da aula nem dos livros e isso é bem legal. Também nos tornamos mais próximos dos professores, que acabam se tornando amigos." (E.G)





