- Faça um balanço do que restou do período anterior verificando a possibilidade de reaproveitamento
- Faça uma pesquisa de preços, levando em consideração as taxas de juros, na eventualidade de pagamentos a prazo
- Se possível, efetue pagamento à vista, usando o saudável ato de pechinchar
- Fique atento às promoções, certificando-se de que, tanto o preço, quanto o produto em questão realmente valem a pena.
- Quando for possível, reúna outros consumidores, verificando junto às lojas (varejistas ou até mesmo atacadistas) os descontos que poderão ser dados ao se adquirir grandes quantidades
- Procure comprar somente o necessário, lembrando-se de que nem sempre o material mais caro e sofisticado é o melhor
- Existindo problemas com cadernos, livros, mochilas e outras mercadorias, mesmo que sejam produtos importados, o consumidor tem seus direitos resguardados pelo Código de Defesa do Consumidor. Não perca os prazos para reclamar: 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis
- Fique de olho nas embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas, entre outros, que devem conter informações claras e precisas a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor, tudo em língua portuguesa.
- Exija sempre a nota fiscal com os artigos discriminados, documento indispensável no caso de problemas com a mercadoria. Recuse quando for relacionado apenas o código do produto pois dificultará sua identificação.
- No caso de pagamento com cheques pré-datados, faça com que as datas sejam especificadas na nota fiscal e, ainda, no verso dos cheques como forma de garantir o depósito na data combinada com a loja.

Evite comprar em marreteiros e camelôs pois, apesar de venderem mais barato, eles não fornecem nota fiscal, dificultando assim a troca ou assistência do produto se houver necessidade.

Fonte: www.procon.sp.gov.br

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