Na hora de comprar um mochila, é preciso observar itens como resistência, função, preço e, acima de tudo, a segurança que ela oferece
A volta às aulas está aí! Com elas chegam também as preocupações imediatas, como a lista de material e uniforme. Ah! tem também a compra de uma nova mochila. Afinal de contas começar um novo ano escolar com bolsa velha não está com nada pelo menos na visão dos ''sábios'' pimpolhos.
Na hora de escolher, além de levar em conta itens como preço, resistência e função, é preciso observar a segurança que ela oferece. Já existe uma polêmica quanto ao modelo de bolsa escolar ideal, que não provoque lesões nas costas da criança. O ortopedista Leopoldo Storti destaca que os danos ao organismo da criança são provocados mais pelo peso que se carrega dentro da mochila do que pelo tipo dela. Excesso de peso pode deixar a criança corcunda (cifose), ou ainda com a coluna em ''S'' (escoliose). Além de fortes dores na coluna esses males podem afetar o crescimento dos pequenos.
O médico destaca que não há parâmetros que determinem o peso permitido por criança deve-se levar em conta o biotipo e o tamanho de cada uma. ''O bom senso é a melhor indicação'', orienta. Quanto as mochilas do tipo carrinho, o médico destaca que, dependendo do jeito que a criança se locomove, pode provocar rotação da coluna. Para evitar isso, ele orienta que essa bolsa deve ser puxada com a mãozinha para trás, sem ficar virando o corpo.
Um estudo divulgado recentemente por médicos do Hospital da Criança de Cincinnati (EUA), aponta que o maior perigo das mochilas escolares não é uma lesão nas costas. Os casos de emergência avaliados mostraram que os menores sofrem mais cortes, torções e até fraturas por tropeçarem na mala ou serem atingidos pelo acessório. Assim, recomendam que a garotada seja conscientizada de que mochila não é brinquedo.n
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