A obesidade sempre acompanhou a vida de Maria Luiza (nome fictício), de 24 anos. Ela conta que passou vários anos fazendo dietas malucas que até funcionaram por um tempo, mas não proporcionaram perda permanente de peso. Com 1m72 de altura, Maria Luiza pesava 110 kg há dois meses e meio, quando decidiu colocar o balão intragástrico. De lá para cá, emagreceu 14 quilos. "O balão vai me ajudar, mas eu sei que vou precisar sustentar esta perda quando ele for retirado. O melhor é que ele permite que você veja que não precisa comer tanto para viver", salienta.
A estudante afirma que a adaptação está sendo muito positiva e que está pronta para continuar a nova rotina de vida. As mudanças incluíram o acompanhamento de uma nutricionista e a intensificação das atividades físicas com personal trainer.
Maria Luiza diz que a cirurgia bariátrica não faz parte dos seus planos. "Acabei optando pelo balão por conta da segurança. O procedimento de colocar e retirar o objeto é muito simples. Foi a melhor coisa que eu fiz", diz. "Indico o método para todos que querem emagrecer e precisam de um incentivo." (M.A.)

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