O barotrauma otológico é um problema já conhecido da agente de viagens Gesiane Alcântara. Quando estava grávida da filha Pietra, hoje com quatro anos, ela fez uma viagem e sentiu fortes dores de cabeça. No último mês de maio ela e a filha fizeram uma viagem para Natal, no Rio Grande do Norte. Com medo de a pequena passar pela mesma situação, Gesiane buscou orientações de um médico pediatra que indicou um remédio para pingar no ouvido caso a Pietra sentisse dor.
O primeiro trecho da viagem, de Londrina à São Paulo, foi tranquilo para as duas, mas Gesiane conta que o trecho de São Paulo à Natal foi difícil. ''Ela começou a sentir muita dor na cabeça. Cheguei a pingar o remédio, mas só melhorou quando chegamos ao destino'', lembrou a mãe. Na hora de fazer as malas para voltar a Londrina, Gesiane explicou para a filha que seria necessário pingar o remédio antes do embarque para evitar as dores de cabeça. ''Ela deixou pingar, não sentiu dor de cabeça e não ficou com medo de entrar no avião. Tivemos um retorno tranquilo'', disse. (M.A.)

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