Quando Elaine Maria Galon resolveu aprimorar o espanhol, ela escolheu Cuba para estudar. Por trás desta opção estava muito mais que a vontade de dominar o idioma também falado na Ilha dos irmãos Castro.

"Escolhi Cuba como destino para fazer experimento cultural por razões diversas e não sei dizer qual a ordem de tudo isto. Eu fazia aulas de salsa aqui em Londrina e como adoro este ritmo quis experimentar a legítima salsa cubana. Outro motivo foi aprimorar o espanhol. Profissionalmente, preciso sempre estar em contato com o idioma e esta seria uma excelente oportunidade. Mas o mágico de tudo isso seria ver de perto a ilha de Fidel Castro, entender o que tinha de mito e de verdade em tudo que se escuta sob a forma do regime político social adotado em Cuba", conta ela.

O misto de motivos fez com que a profissional da área de desenvolvimento humano passasse 30 dias em Havana, capital daquele país. Nesse tempo, Elaine aponta como grandes experiências as amizades feitas, a vivência na língua, a exploração de oportunidades e o grande conhecimento conquistado.

"Indico (Cuba) para todos aqueles que em algum momento consideram a possibilidade de aprendizagem de um novo idioma. Fui muito bem recepcionada pelos cubanos. Gostei tanto que retornei depois de dois anos e estive lá por mais um mês. Desta vez fui conhecer o interior. As belezas naturais desta ilha do Caribe surpreendem pela gentileza divina e pelo cerco bem armado pelo mar do Caribe", recomenda ela.

Virginia Maria Gonçalves domina o italiano e o francês e, quando decidiu aprimorar o inglês, nunca cogitou ir para os Estados Unidos, Europa ou Canadá. A primeira opção era África do Sul, mas, depois de algumas pesquisas, resolveu treinar o idioma na Ilha de Malta, na República de Malta, ao sul da Itália.

"Em Malta o idioma mais falado é o inglês, mas muitos também se comunicam em italiano, e isso me deixava confortável, já que falo a língua. Passei duas semanas lá, estudando e descobrindo a rica cultura daquele lugar. Já conheço Estados Unidos e Europa e não pensava em ir para nenhum desses lugares para aprender inglês. Queria algo diferente. A experiência foi ótima e muito tranquila. Fiquei em casa de família e aproveitava os horários que não estava estudando para conhecer a riqueza de história daquele lugar. Você une aprendizado da língua, com turismo e conhecimento, com a qualidade de vida de um país que não possui a correria de outros lugares", relembra ela.

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