Mais flexibilidade e qualidade de vida
Natural de Apucarana, Diogo Penna Rank, de 29 anos, é engenheiro de telecomunicações de uma multinacional há quase cinco anos e em 2009 mudou-se para o Rio de Janeiro para ficar perto da matriz da empresa no Brasil. Isso não significa, no entanto, que ele precise ir até a empresa todos os dias para trabalhar. Com horários flexíveis, ele se reporta aos superiores diariamente pela internet ou celular e só aparece no escritório esporadicamente.
"Só vou quando tem alguma reunião, quando preciso assinar algum documento, ou quando sinto necessidade de ter contato pessoal com minha equipe", explica. Apesar de ser contratado com carteira assinada, ele conta que a empresa que trabalha tem o perfil de deixar o funcionário livre, para escolher os horários que deseja ir ao escritório. "Gerentes e gestores vão até a matriz todos os dias, os demais funcionários não. Para a empresa é melhor economicamente porque não é necessário manter um espaço físico para cada profissional, e para mim é ótimo porque não perco tempo no trânsito todos os dias", ressalta.
Para começar a trabalhar em casa houve uma adaptação, segundo ele, já que nos outros empregos que teve era obrigado a estar na empresa em horários fixos e bater ponto. Hoje ele afirma que a rotina melhorou muito, porque segue um horário de serviço, mas com bastante flexibilidade. "Isso melhora minha qualidade de vida", diz. (P.B.O.)





