Mais do que happy hour
Edson GuittiMaria Alice Pinatti e as amigas marcam o ponto no happy hour do Chopp 4 para relaxar e discutir atualidadesExistem dezenas de points em Maringá. Tem gente que não começa a semana sem dar uma passada no bar do Vermelho ou no Barduskaras, onde o negócio é bate-papo e cerveja gelada. Os que adoram música de primeira curtem o som ao vivo do eclético Celso Barretto enquanto tomam umas e outras no Car Wash que também tem pista de dança.
Enquanto esperam pela inauguração do Aeroanta, os mais jovens adoram dançar no Caixa DÁgua que toca muito reggae e rock.
Nos finais de tarde de domingo, o ponto de encontro da moçada é na Avenida Tiradentes. Com seus carros enfileirados e ao som de muita música country, os jovens da cidade se encontram para beber e conversar.
Mas nem só da moçadinha vivem os points de Maringá. Um dos locais preferidos da intelectualidade, gente que forma opinião, artistas, e políticos, é sem dúvida o Chopp 4. A casa é bem ampla e confortável. Oferece um cardápio de bebidas variadas e serve aperitivos e comida árabe, sua especialidade. Uns dizem que não saem do Chopp 4 porque lá se fica sabendo de tudo o que acontece na cidade. Outros porque é chic e alguns porque é um local aconchegante. Mas um grupo muito animado de mulheres comparece religiosamente para o happy hour todas as sextas-feiras. São empresárias, executivas, profissionais liberais, políticas, comerciantes e socialites que adoram conversar e tomar um chope geladinho.
Pelo menos uma vez por semana nosso encontro é sagrado, conta a consultora empresarial Maria Alice Pinatti. Trabalhamos demais e nos reunimos para relaxar, botar o papo em dia, rever as amigas, trocar idéias e se der tempo, até falamos de trabalho, conta ela. Maria Alice diz que esse encontro, num local agradável é importante para reciclar. Falamos sobre moda, cultura, política e estamos sempre atualizadas, conta a empresária que já fez algumas pré-reuniões de trabalho no ambiente descontraído do Chopp 4.





