A arquivista Cleonice de Oliveira Bandeira, 33 anos, adotou o uso do contraceptivo injetável há dois anos e meio, e comemora a ''liberdade'' adquirida com a ausência do sangramento mensal. Ela toma as injeções a cada 90 dias e diz que nunca teve qualquer efeito colateral. ''Me sinto muito melhor, pois não tenho nem mesmo as dores nas costas que me incomodavam no período pré-menstrual''. Cleonice lembra que não tem também aquela preocupação de ter que tomar a pílula todos os dias.
Segundo ela, esse método foi indicado por seu médico como forma de tratamento por estar menstruando até três vezes por mês. Seguindo orientação médica, ela faz os exames preventivos a cada seis meses. Além do bem-estar, Cleonice calcula até a economia proporcionada pelo anticoncepcional: com a ausência do sangramento, ela deixou de comprar absorventes higiênicos.
O contraceptivo custa o mesmo preço das pílulas convencionais cerca de R$ 22,00 , com a vantagem de ser administrado a cada três meses. ''Não tenho que me preocupar com o dia e o horário que o sangramento vai começar. Estou disponível para meu marido todos os dias'', brinca. (C.G.)

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