Ligue já sua intuição
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 08 de janeiro de 1999
ReproduçãoFrancelino França 
Há quem duvide que a intuição seja uma capacidade real que o ser humano possui e que seja até possível desenvolver e entender. Afinal, aprendemos a cultivar nosso raciocínio em todos os sentidos que essa palavra implica. Recebemos ininterruptamente mensagens intuitivas por intermédio de sonhos, somos acometidos por distúrbios orgânicos, temos sensações físicas, visões internas e reações emocionais. O que acontece é que não sabemos codificá-los, ou até mesmo ignoramos que essas mensagens tragam um teor intuitivo embutido.
Quem se dedica a fundo sobre esse tema, é a médica norte-americana Mona Lisa Schulz, que atua numa especialidade um tanto inusitada, a medicina intuitiva. Incompatível à primeira vista, se levarmos em conta o cartesianismo que impera na medicina. A médica dá consultas intuitivas por telefone, depois que a pessoa diz o nome e a idade. Simplesmente, com esses dois dados, Schulz faz uma leitura à longa distância, e garante que é capaz de discernir a condição física da pessoa e seu estado emocional.
Josóe de CarvalhoBaseada em pesquisas nos diversos ramos da medicina e em sua trajetória pessoal como médica, Mona Lisa reuniu esses conceitos no livro Despertando a Intuição - usando a sintonia entre a mente e corpo para o entendimento e a cura. O livro se baseia nos preceitos da milenar medicina chinesa e nas teorias da intuitiva clínica Louise Hay. Esta afirmou nos anos 80 que certas doenças estão relacionadas a determinadas emoções, e sistematizou suas teorias.
Segundo Louise Hay, uma doença nos intestinos, que eliminam os detritos do corpo, relaciona-se com questões de livrar-se do que é velho e do que não é mais necessário. Hay também postulava que o parkinsonismo estava associado ao medo e a um intenso desejo de controlar a tudo e a todos. Estudos realizados por outros profissionais atestaram esse vínculo.


