Leves e funcionais
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quinta-feira, 27 de março de 2014
Érika Gonçalves<br>Reportagem Local 
Prático, sustentável, bonito e ainda com múltiplas funções. O vidro nas residências pode ser usado não só nas janelas e portas como em guarda-corpos, escadas, fachadas, coberturas e decoração, entre tantas outras. E para cada uma dessas funções há tipos específicos.
Quer ter visão do exterior da casa, mas preservar sua privacidade? Os vidros espelhados proporcionam esse conforto. Deseja manter o ambiente agradável mesmo nos horários mais quentes? Existem vidros com proteção solar, que bloqueiam até 70% do calor. E para quem se preocupa com a manutenção para manter o vidro sempre bonito, já existe um autolimpante.
Carlos Henrique Mattar, gerente de marketing da empresa fabricante de vidros Cebrace, afirma que para cada área da casa há um tipo específico. "A localização da residência e os horários em que o sol incidirá onde se aplica o vidro vão influenciar essa escolha. Também é necessário saber o desejo dos moradores. Se eu tenho uma fachada que bate sol à tarde, mas quero preservar a iluminação, existem vidros com proteção solar, que vão bloquear até 70% do calor mantendo a iluminação mas segurando os raios ultravioleta, que desbotam o mobiliário e o piso", explica.
Para determinar o melhor material e garantir uma instalação segura e adequada às necessidades do projeto, é importante contratar um profissional apto a fazer todos os cálculos necessários.
Para quem se preocupa com a segurança, tanto no caso de quebra acidental quanto tentativa de invasão, há tipos de vidro que garantem maior proteção, como os laminados, que têm uma película plástica entre duas lâminas de vidro. "Pode-se também optar por um vidro laminado temperado, que é mais resistente, como os para-brisas dos automóveis", explica Mattar.
Além de isolamento acústico e térmico, o vidro também pode oferecer privacidade. Neste caso é só optar pelas versões espelhadas ou ainda pintadas. Essa última costuma ser usada em ambientes internos e confere charme e modernidade à decoração.
E se a preocupação é com limpeza, já existe o vidro autolimpante, fruto da nanotecnologia. Uma camada especial reage com os raios ultravioleta, quebrando as partículas de sujeira. Em contato com a água, essa sujeira sai e deixa a superfície limpa. Mattar ressalta que nesses casos é preciso que o material receba luz solar. A película não precisa ser reaplicada. Esse tipo de vidro também pode ser combinado com outros, como o laminado, e custa até 40% mais caro que o comum.





