Ainda neste mês a funcionária pública aposentada Akiko Nagao, de 71 anos, deve fazer as malas rumo ao Nordeste brasileiro. Se os planos dela derem certo esta será mais uma viagem que entrará para o seu álbum de recordações. Akiko conta que gosta de viajar desde criança e que não para de conhecer novos lugares desde os 18 anos, quando participava de um grupo de música japonesa que se apresentava em outras cidades.
Na década de 1990 ela começou a fazer viagens internacionais e sempre que chegava de um destino já pensava sobre o próximo país a ser visitado. Espanha, Inglaterra, França, Principado de Mônaco, Suíça, Itália, Alemanha, República Tcheca, Áustria, Hungria, Estados Unidos, Canadá, Japão, Argentina, Chile e Uruguai são alguns dos países que já carimbaram o passaporte de Akiko.
No Brasil ela conhece Rio de Janeiro, Serra Gaúcha, Campo Grande, Salvador, Natal, Fortaleza e várias outras cidades turísticas. Para ela, todas as viagens deixam lindas lembranças. Das casinhas coloridas aos pés da montanha nevada no Canadá ao Natal de Luz em Gramado ela tem muitas histórias para contar de momentos que viveu.
Para Akiko, a principal mudança das suas viagens nos últimos anos é a mobilidade. "Não ando mais tão rápido como quando tinha 40 anos, por isso evito alguns passeios. Eu não iria para uma estação de esqui, por exemplo, mas posso conhecer museus, assistir shows, andar por castelos", comenta ela, que passou a avaliar melhor os passeios antes de comprá-los. "Penso se não vai ser muito desgastante. A viagem serve para a gente se sentir bem e ter prazer em ir. Se o passeio não se enquadrar nisso, eu evito." Conhecer pessoas, lugares, se sentir livre e adquirir conhecimento são os maiores benefícios que Akiko traz na mala de volta para casa. Pequenos objetos também fazem parte deste pacote. "Às vezes eu vejo um filme que mostra um lugar em que eu estive e lembro da viagem. Estes momentos são muito gostosos", destaca. (M.A.)

Imagem ilustrativa da imagem Lembranças, histórias e conhecimento
| Foto: César Augusto
A funcionária pública aposentada Akiko Nagao, de 71 anos, começou a viajar aos 18 e não parou mais. Hoje, porém, escolhe com mais critério seus passeios
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