Acostumada a responder às mais inusitadas dúvidas das mamães, principalmente às de primeira viagem, a pediatra Kessae Miguita só não ouviu até hoje um pedido de permissão para furar as orelhas das menininhas. ‘‘Em geral, elas já saem do hospital com os brincos’’, conta a pediatra, que alerta para os riscos de alergia aos metais. ‘‘Mas não há nenhum teste que pode ser feito antes, só com o uso mesmo’’, explica.
  Para Kessae, a atenção das mães deve ser em relação aos próprios brincos, que não podem ter pontas para não machucar. ‘‘Eles também devem ser bem seguros’’, aponta a pediatra. As mamães precisam se preocupar se as tarrachas não se soltam facilmente, caso contrário os fofos brinquinhos podem parar na boca do bebê.
  Garantida a segurança das crianças, é só dar uma volta pelas joalherias e não economizar nos suspiros. Como resistir aos minúsculos pingentes com detalhes esmaltados, ou mesmo às pulseiras com espaço para gravar o nome dos bebês? Até microbrilhantes e perolinhas emprestam seu brilho aos anéis tamanho PP disponíveis para as pequenas vaidosas.
  A grife Denoir, representada em Londrina pela Lara Joalheiros, aposta numa linha delicada para os recém-nascidos. Se os brincos são restritos às meninas (pelo menos enquanto elas ainda não falam e tomam suas próprias decisões), os meninos não ficam atrás quando o assunto são as primeiras jóias. São alfinetes e pulseiras com pequenos mimos em ouro ou esmaltados. Os meninos ganham chuteiras e bolas de futebol e as meninas, joaninhas, flores e até cavalos marinhos.
  Diamantes, safiras, esmalte e ouro são as matérias-prima para a nova coleção da Hinini Joalheriam que tem berloques com motivos infantis que não só agradam os pequenos, como também os adultos. Uma boa dica para as mamães, que podem resgatar uma tradição antiga: pendurar os filhos – bonequinhos que fazem alusão a eles – no colar e sair por aí.

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