O brilho do ouro, a preciosidade das pedras e a criatividade do design brasileiro marcaram presença no mês passado, na 41 Feira Nacional da Indústria de Jóias, Relógios e Afins, organizada pelo Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos. O evento reuniu 150 expositores em São Paulo e apresentou as principais tendências e novidades para 2006.
O filósofo francês Gilles Lipovetsky, um dos maiores pensadores do luxo da atualidade, esteve presente falando falando das ''sensibilidades emergentes para o setor''. Quatro mil compradores do mundo todo Alemanha, Turquia, Canadá, Itália, Estados Unidos, entre outros , também movimentaram a maior feira de jóias da América Latina, que movimentou US$ 51,6 milhões. De acordo com os organizadores, é sinal de expectativa de grandes vendas de jóias para o Natal e Ano Novo.
As apostas do setor joalheiro para o ano que vem são as pedras brasileiras e suas cores diferenciadas. O ouro rosa se firma como novidade que pode se transformar em ícone. Outro destaque são os símbolos de proteção, que já haviam invadido o território das bijuterias. São figas, patuás, trevos, anjos e escapulários. Os berloques dão sinais de que podem voltar a virar mania novamente.

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