Jogo virtual, risco real
Em três dimensões, o Second Life extrapola os limites do mundo real para simular uma vida artificial do jeito que o jogador bem entender. O que importa é viver, experimentar, comprar, construir, transar, ter filhos e até ganhar ou perder muito dinheiro. Na foto, Lucas Fortes, um dos estudantes da UEL que desenvolveram trabalho sobre o jogo





