Não é apenas o inglês o idioma desejado para entrevistas de emprego. O japonês também continua sendo bastante procurado por pessoas interessadas em uma vaga de emprego ou ainda em uma das bolsas de estudo ofertadas pelo consulado japonês.

"Se antes o interesse dos brasileiros era aprender o japonês do dia a dia para trabalhar no Japão, o interesse agora é ser aprovado no teste de proficiência, solicitado principalmente para quem deseja estudar lá. Esse teste avalia não só se a pessoa sabe falar o idioma, mas também seu nível de leitura, escrita e compreensão de texto", explica Rute Ayumi Sakai, diretora de uma escola de idioma em Londrina

De acordo com ela, durante as aulas os alunos aprendem não somente o idioma mas também sobre a cultura e os hábitos do país. "Damos bastante suporte também para as entrevistas de emprego, principalmente no vocabulário. Entretanto, o processo é mais simples para quem já tem um conhecimento do idioma. Em geral, são necessários dois anos para aprender o básico e de três a quatro anos para o aluno se expressar bem, dependendo, claro, do nível de cada um", destaca.

Pensando no futuro
A estudante Mariana Augusta Martins Santos, de 16 anos, ainda irá definir qual carreira deve seguir, mas já está se preparando para o mercado de trabalho. Estudante de japonês desde os 3 anos de idade, parou por um tempo e há dois anos voltou a estudar, não só pelo prazer de aprender um novo idioma, mas também visando uma bolsa de estudos ou uma carreira fora do País.

"O japonês fazia parte do currículo escolar, por isso aprendi desde cedo. Parei por diversas questões e agora resolvi voltar, pois vejo que pode ser algo útil no futuro. Se um dia eu quiser sair do País, esse será um diferencial", aponta.

Apaixonada por outros idiomas, Mariana também se dedica ao estudo de inglês, espanhol e libras, que também poderão lhe abrir portas futuramente. "Gosto também de francês e latim, mas acho que vou terminar esses idiomas primeiro", afirma rindo. (E.G)

Imagem ilustrativa da imagem Japonês também é um diferencial
| Foto: Foto: Gustavo Carneiro
Aos 16 anos, Mariana Santos não definiu qual carreira seguir, mas já se prepara para o mercado de trabalho estudando japonês
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