O sedentarismo é sem dúvida um poderoso inimigo para quem deseja uma vida saudável. Maria Alice Marcos Vieira, 72, descobriu isso há pouco mais de três anos. Com vários problemas de saúde, depois de um AVC passou a frequentar a academia duas vezes por semana por indicação médica.
''Além do AVC, tinha problema no quadril e também estava muito depressiva. O médico me indicou, me matriculei e não penso mais em parar. Além da minha saúde melhorar, curei minha depressão, pois o convívio social é grande. Antes não conversava com ninguém. Aqui na In Phorma (academia) fiz amigas. Pratico alongamento e faço bicicleta'', conta ela.
Exemplo de vitalidade aos 75 anos, José Maria Baeza enxerga a atividade física como uma necessidade na terceira idade. Há um ano frequentando a academia, viu sua vida melhorar 100%. Cheio de disposição, faz o trajeto de ida e volta a pé e nem cogita a ideia de abandonar os exercícios físicos.
''Na minha faixa etária é mais que gostar, é uma necessidade. No começo, sempre surge aquela dúvida: será que continuo? Mas não podemos nos entregar à preguiça, ao sedentarismo e muito menos à televisão. Quem fica escravo da TV está morto! É preciso ser firme. Precisamos nos exercitar, faz muito bem'', aconselha.
Há pouco mais de um mês praticando alongamento, Anelize Prates, 76 anos, está bem satisfeita com a nova rotina. ''Devido a problemas nos ossos, o médico pediu para que eu me exercitasse. Ainda é cedo para sentir os benefícios, mas posso dizer que não pretendo parar, pois minha vida está melhor e com mais amigos também'', conta. (E.S.)


Imagem ilustrativa da imagem Idosos adotam novos hábitos
Maria Alice Vieira, 72 anos, José Maria Baeza, 75, e Anelize Prates, 76: disposição de sobra
Imagem ilustrativa da imagem Idosos adotam novos hábitos