No início, Bárbara não sabia ao certo, mas queria algo relacionado à biologia e química, ou área de humanas – da qual também gosta e tem facilidade. Somente no ano passado, Barbara Frederico Magro, de 16 anos, teve clareza quanto a esse dilema. Atualmente cursando o 3º colegial, a estudante foi contemplada, junto a seu grupo, com o primeiro lugar num projeto de química em uma mostra de ciências em Londrina. ‘‘Com isso, já fui descartando a área de humanas. Este ano comecei a buscar orientação vocacional e cheguei a duas conclusões: agronomia ou engenharia química. Estou mais direcionada para a primeira opção, já que meus pais e avós são proprietários rurais e moro na fazenda desde que nasci’’. Para Barbara, é muita responsabilidade escolher uma carreira. ‘‘A gente acha que tem de fazer o vestibular e acertar o curso de primeira, como uma imposição que a gente mesmo se coloca’’. Em pleno ‘terceirão’, para amenizar a ansiedade, a adolescente costuma jogar vôlei, praticar natação, ir ao cinema e sair com os amigos. ‘‘Caso contrário, a gente pira’’, confessa. (L.O.)

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