A fisioterapeuta e auxiliar de enfermagem Alessandra Cristina Martini já precisou pedir de volta um filhote que tinha doado porque a família não se adequou às necessidades do pet. "Quando levei-o para os adotantes já percebi que eles não estavam muito preparados para recebê-lo. Preocupada, liguei no dia seguinte para saber como tinha sido a primeira noite e me disseram que ele tinha chorado muito e que pensavam em devolvê-lo. No terceiro dia, fui lá e trouxe o Guma de volta para ficar conosco", explica.

Alessandra conta que depois não teve mais problemas, porque o pet ficou junto da mãe. O único cuidado foi deixar fora do alcance o que não podia ser mordido e educar o cão. "Ele sempre foi muito bonzinho e só mordeu um chinelo. Quando ele pegava algo não permitido, falávamos 'não' e tirávamos dele", diz.

Antes desse filhote ela já tinha tido um outro, que depois se tornou pai do Guma. Alessandra conta que com medo do choro colocou-o para dormir ao lado de sua cama. "Ele ficou bem tranquilo, dormiu a noite toda. Meu marido e eu que ficamos preocupados, acordando para ver se estava tudo bem. Como meus cães são criados dentro de casa, não tivemos problemas de colocá-lo para dormir em outro lugar depois", afirma. (E.G)

Imagem ilustrativa da imagem Guma foi devolvido porque chorava
| Foto: Foto: Anderson Coelho
Alessandra Martini e seu filhote: adotantes não estavam preparados para recebê-lo
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