Gostinho italiano
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 05 de dezembro de 1997
Francelino França 
Tradição secular do Natal, o panetone nasceu em meados do século XVII, na Itália, região da Lombardia. Conta-se que um padeiro chamado Toni di Milano, num dia de profunda inspiração, preparou um pão com massa doce e leve. A essa massa Toni acrescentou frutas e passas. O resultado supreendeu a todos e o sucesso foi imediato, conseguindo até vender os tais pães. Nasceu aí o Pani di Toni, posteriormente, panetone.
Com creme de chocolate, da Christmas
Battistero, de Parma, R$ 26,40
Como a tradição natalina é essencialmente européia, muitos dos pratos servidos durante as festas de fim de ano são orginários de países europeus. Este ano, nos supermercados e delicatessem, uma infinidade de marcas estão à disposição daqueles que querem inovar nas ceias e experimentar outros sabores da Itália e até da Argentina.
A indústria portenha Arcor, presente em mais de 70 países, está entrando no mercado brasileiro agressivamente, lançando diversos produtos. Os panetones dessa marca têm preços acessíveis para concorrer com os nacionais.
Panetone
Virgínia,
fabricado
desde 1860:
massa levíssima
e supermacia.
R$ 19,95
Na infinita linha de panetones fabricados na Itália, o destaque continua para os tradicionais fabricantes dessa iguaria, que a cada ano aperfeiçoam essa massa deliciosa e supermacia. Para quem quer dar um toque diferente à mesa e ainda receber elogios, o Buonastella é feito em forma de estrela cadente. Ele vem coberto com calda de chocolate e amêndoas trituradas, espalhadas na parte superior. De Parma, Itália, a Battistero apresenta seu especialíssimo panetone coberto com creme de chocolate, em latas redondas e oitavadas.
Essa tipo de embalagem também ganha a preferência do público. As latas se apresentam em formatos e tons diferenciados para agradar aos consumidores mais exigentes, com a vantagem de ser reutilizadas depois. Outra embalagem chamativa é a da marca italiana Virgínia, fundada em 1860. Parece um grande bombom.


