Força jovem
As integrantes da Associação Mãos Estendidas (AME), Laura e Glória Pedalino, veem nos jovens a oportunidade de criar novos projetos para a AME. "Nosso plano é criar uma diretoria jovem para a associação. Acho que vai ser uma grande realização se conseguirmos", conta Laura. A ideia das duas irmãs é que a nova diretoria dê apoio à diretoria principal da AME, que já está consolidada. "Queremos usar aquilo que o jovem tem de diferente", defende Glória.
As irmãs acreditam que uma boa forma dos jovens ingressarem em um trabalho voluntário é fazendo aquilo que mais gostam. "Queremos que cada pessoa que se envolva com a AME faça aquilo que mais gosta, aproveite os dons que têm para ajudar as outras pessoas", comenta Glória. "Nós, por exemplo, demos aula de culinária porque é algo que gostamos muito e de etiqueta porque queríamos passar a educação que recebemos para essas crianças", exemplifica Laura.
Essa foi a maneira que os estudantes universitários Augusto Aquino, de 24 anos, e Henrique Carlos, de 22 anos, encontraram de colaborar com a AME. Durante três anos, Augusto deu aulas de futebol para as crianças e hoje continua colaborando com a entidade. "Futebol é uma coisa que todo mundo gosta, foi muito gratificante", diz. Ainda assim, ele garante que tentar treinar as crianças não era uma tarefa fácil. "Todo mundo queria sair jogando, quando viam os cones já ficavam bravos", relata. Já Henrique é a mente por trás das novidades tecnológicas da Associação. "O site foi totalmente reformulado e agora permite até doações on-line", conta ele, que também está sempre em busca de "bombar" a AME na internet e redes sociais. (B.Q.)





