Felinos na coleira
Diariamente, a professora Dayse Casarin Barroso Silva coloca a coleira em Evo e juntos saem para passear. Ele adora a oportunidade de dar umas voltinhas fora do apartamento e só de ouvir o barulho da coleira já fica feliz. Nada extraordinário não fosse o fato de Evo ser um gato.
Sua tutora conta que o felino aprendeu a usar o acessório e a passear desde filhote. Hoje, aos 10 anos, tanto ele quanto os outros bichanos da casa até ficam junto à porta quando querem sair.
"Eu morava em apartamento e ficava com dó dele ficar preso em casa. Mas também sou contra o animal andar solto pela rua, pois há muitos perigos. Como tínhamos um grande jardim no condomínio, colocava a coleira nele e saíamos. Depois vieram os outros gatos e fui ensinando todos, mesmo aqueles que chegaram já adultos. No começo eles podem ficar meio desajeitados, mas depois se acostumam", conta.
Dayse usa uma coleira do tipo peitoral, adequada ao tamanho do gato, sempre bem ajustada. Outra dica é usar também a coleira com placa de identificação no pescoço. Por serem animais bem flexíveis, é preciso cuidado para o bichano não escapar e, em caso de acidentes, a placa aumenta as chances do gato ser devolvido ao dono.
Leia mais na reportagem de Érika Gonçalves na FOLHA DA SEXTA





