Fantasia coletiva
Celina Alonso Az
Não importa se a fantasia é luxuosa ou é uma simples camiseta. No Carnaval da Bahia, os grupos usam o que chamam de mortalha, uma túnica que vestem todas as noites para pular na rua atrás do trio elétrico. Em Recife, o Bacalhau do Batata e o Galo da Madrugada são o espírito do Carnaval pernambucano. A tradicional Banda de Ipanema começou com quatro integrantes e hoje é o grito da grande festa carioca. Tem grupos que passam o ano montando as fantasias que vão animar os salões dos clubes. E no crítico-satírico-político Pacotão de Brasília, quem tem dinheiro entra e, quem não tem, entra também. É por causa desse espírito de descompromisso que em qualquer época a alegria do Carnaval são sempre os blocos.
Os casais integrantes do Bloco Privê, do Maringá Clube, tiveram bons momentos
Em Maringá, existiram muitos blocos que deixaram saudade. No Clube Olímpico, quem não se lembra do Bloco Brasil Pandeiro que durante anos fez a festa da velha guarda de foliões. Os nomes são sempre divertidos: Os Malas, Pé de Cana, Nóis Sofre Mais Nóis Goza, só para citar alguns.





