Famílias identificam várias semelhanças
A professora particular Karina Yoneda Romaneli convive com vários cães em casa, mas um em especial, chama a sua atenção. A boxer Artêmis, segundo ela, tem várias características semelhantes às suas.
"Ela não gosta de ficar muito perto dos outros, é meio antissocial e eu também prefiro ir a um lugar mais sossegado do que a uma boate. Ela também emburra muito fácil, quando fica chateada com alguma coisa nem olha para a gente e eu também me chateio fácil", aponta.
Morando com o marido na casa dos pais, a professora conta que alguns animais acabam se parecendo mais com um dos moradores. "Temos um cão que é bem do jeito do meu pai." Karina acredita que os animais realmente acabam se comportando como os donos. "Como não recebemos muitas pessoas em casa, achamos que eles são mais sossegados, não se aproximam de qualquer um. Porém, se chega alguém querido para nós, eles vão receber. Acho que eles são bem sensitivos. Já tivemos funcionários em casa de quem os animais não gostavam, uma das cachorras chegou até a morder um deles que insistiu em entrar no canil delas. Já outros eram queridos, elas percebiam de longe que eles estavam chegando e já faziam festa."
Na casa da psicóloga Maria do Carmo Lima Chechin Arrebola, a semelhança é entre suas filhas e as cachorras da família. "A cachorra mais nova se parece com a minha filha mais nova. Ambas são persistentes e mais agitadas. Inclusive as duas sofrem de alergia. A semelhança entre elas chega até a homeopatia, já que ambas tomam o mesmo medicamento. Já a mais velha se parece mais com minha filha mais velha; ambas gostam bastante de brincar", diz.
O modo de criar as filhas também influenciou as cachorras, que assim como as meninas, são bastante disciplinadas e organizadas. Maria do Carmo explica que os animais passam bastante tempo junto aos donos, o que deve ter colaborado para as semelhanças. (E.G)





