Evolução dos sintomas
Rigidez muscular ou tremores são, geralmente, os primeiros sintomas percebidos. Pode ser que o paciente tenha mais de um sintoma ao mesmo tempo. O doente vai tendo cada vez mais dificuldades para concretizar atividades simples, como andar, tomar banho, perdendo o ritmo da fala, da escrita a expressividade facial e todos os movimentos naturais desaparecem com o decorrer do tempo.
Entretanto, estes sintomas são mais característicos em doentes que não se submetem a tratamentos adequados. Outros sintomas podem incluir a depressão, quedas, problemas de fala e deglutição, confusão mental, distúrbios do sono, constipação intestinal e dificuldade para escrever. Durante muitos anos pode-se controlar os sintomas do Parkinson, com pouco comprometimento no dia-a-dia.
A cirurgia só é recomendada em casos selecionados e específicos. Ou seja, quando o paciente já não responde mais ao tratamento medicamentoso que também não cura, só controla os sintomas. A cirurgia também é indicada quando o doente apresenta alguma complicação pelo uso contínuo dos remédios. As duas cirurgias mais conhecidas são a talamotomia e a palidotomia. A primeira, melhora bastante o tremor; e a segunda diminui problemas locomotores. Outro tipo de cirurgia consiste no implante de células de fetos abortados diretamente na Substância Negra, mas este processo ainda está em fase de estudo.
O tratamento do parkinsoniano requer também o envolvimento de outras atividades que permitem o controle dos sintomas e o adequado desempenho das funções cotidianas. Cumprem este papel disciplinas como fisiatria, fonoaudiologia, fisioterapia e orientação nutricional.





