Para as que não estão conseguindo acender novamente o fogo da paixão, a dica é aprender a seduzir. Assim, se você acha que vale mesmo a pena ter de volta o homem com o qual se casou, Teca Jorge, especialista em comportamento humano, ensina em ‘‘Sedução’’ (Editora Gente) muitos truques para seduzir o seu amado. Aqui, a palavra-chave é: tesão. Segundo ela, o diálogo é o grande mistério da sedução. ‘‘Setenta por cento dos meus clientes foram unânimes em dizer que sem diálogo não há sedução’’, garante.
‘‘Cada um tem a própria energia sedutora; com medidas diferentes, mas todos temos!’’, ressalta Teca. Mas, uma forcinha extra não faz mal, não? É o que propõe ‘‘Como Ser Irresistível para o Sexo Oposto’’, de Susan Bradley (Editora Ediouro). ‘‘Você já escutou ‘não estou recebendo de volta o que investi neste relacionamento’ ou ‘nunca recebo o que preciso para ser feliz’ e ‘o relacionamento parece uma rua de mão única’?’’, questiona Susan. Quem já passou por isso, ressalta ela, não deve se sentir culpado. São queixas bem comuns. Isso acontece, pois, muitas vezes, não conseguimos dar aos outros o que eles parecem necessitar.
Sede de pele ‘‘Algumas pessoas precisam ouvir o quanto são amadas; nada mais irá satisfazê-las. Outras precisam ser convidadas para sair e receber cartões e presentes para que a mensagem chegue até elas. Outras precisam de um contato pessoal (ser abraçadas, tocadas, ficarem junto da outra pessoa)’’, salienta Susan. ‘‘Essas pessoas desenvolvem uma ‘doença’ que, como piada, chamo de ‘sede de pele’, quando não basta ficar no mesmo aposento que o parceiro; elas precisam ficar do lado dele. E se você não compartilhar as mesmas necessidades do parceiro, não compreenderá por que ele se sente de uma determinada forma.’’
Procurar sentir as necessidades do companheiro (a) é primordial. Também vale dar uma espiada no passado para tentar detectar o processo de desgaste pelo qual seu relacionamento passou. Esta já é uma ótima receita para que se dê uma boa lapidada na relação. E tenha a certeza de que ela pode ficar ainda melhor do que era! Se for o caso, não hesite em procurar ajuda, uma terapia de casais ou bons livros, por exemplo. ‘‘A vida é monótona quando permanece a mesma! Sem dúvida parece segura, mas experimente o seguinte: suba na gangorra e finja que está embaixo, olhando para cima. Agora você está no controle. Você pode fazer a pessoa que está na outra extremidade se sentir feliz ou miserável. Você pode surpreendê-la deixando-a cair rápido. Ou então você pode monopolizar a situação e nunca deixá-la cair’’, ensina Susan.
O sucesso no relacionamento, completa a terapeuta, depende única e exclusivamente do equilíbrio mútuo, da troca. E, lembre-se: o relacionamento ‘‘morre’’ quando existe um excesso ou carência de alguma coisa. Tipo: muito sexo, pouco dinheiro; muita amabilidade, pouca amabilidade; pouca compreensão, muita compreensão etc. Ou seja, o relacionamento fracassa por ser tido como certo. ‘‘O amor é um jogo. A vida é um jogo. Sua família é um jogo. Minha pergunta é a seguinte: quando você aceitará o jogo e começará a jogar? Quando você virá para fora para jogar? Por favor, venha para fora e jogue! Não desista!’’, complementa Susan. (C.C.)

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