Estímulos necessários
O tratamento é iniciado assim que o bebê nasce. A primeira etapa, segundo a fonoaudióloga Adriana Calixto, é o tratamento pré-cirúrgico. A criança e os pais são atendidos por diversos profissionais. O atendimento dos pais é muito importante para a recuperação do paciente e na prevenção de futuros problemas de fala e voz.
''Alertamos os pais para o fato de que a criança com fissura tem o mesmo potencial que qualquer criança e deve receber os estímulos para aprendizagem da fala. Às vezes os pais superprotegem e não dão os estímulos necessários'', explica a fonoaudióloga.
O bebê recebe ainda um cuidado especial na área de nutrição para que tenha condições de saúde para enfrentar a primeira cirurgia de correção que deve acontecer aos três meses. Nos meses e anos seguintes será realizada uma bateria de terapias e cirurgias.
A criança passa por atendimentos com fonoaudióloga para evitar os problemas de fala e voz, psicóloga, assistente social, fisioterapeuta (fisioterapia respiratória), dentista entre outros. O dentista é importante para evitar que a criança tenha cáries, critério para a realização da cirurgia que deve ser feita entre os 12 e 18 meses. Dependendo do tipo de fissura, aos 10 anos é realizada uma nova cirurgia.
''Todo atendimento e o compromisso dos pais em não faltar são fundamentais para que os prazos das cirurgias não sejam perdidos. Qaunto mais velha a criança fica, mais difícil a recuperação'', explica Adriana Calixto. n
Serviço
O CEFIl atende na Rua Santa Cruz, 55, Vila Siam, fone (43) 344-0132





