Estilista esquece do mundo pintando
Com um trabalho ligado diretamente a desenhos e criação, a estilista Maira Feitoza precisou insistir nos livros para colorir para conseguir relaxar. "Quando eu abri o livro e vi todos aqueles detalhes já me estressei. Pensei até em xerocar as páginas para testar quais cores ficariam legais antes de pintar no próprio livro. Demorou, mas finalmente consegui desconectar o livro da coisa do design e da aparência final e encará-lo como um lazer."
Hoje, quando está pintando, Maira "esquece do mundo" e fica totalmente envolvida com a atividade. "Você vai pintando e acaba se envolvendo. Hoje eu pinto sempre que posso e consigo relaxar. Quando estou ansiosa, principalmente, corro para o livro e acabo me distraindo. É um exercício muito interessante."
Segundo Maira, que ganhou o livro do marido, a arte de colorir sempre esteve presente em sua vida. "Sempre tive lápis de cor, tenho alguns desde a infância, inclusive. Sou apaixonada por material de desenho e todo ano procuro renovar meu estoque de lápis", conta ela. "Quando os livros surgiram, várias pessoas começaram a me marcar nas publicações da internet, pois sabiam que tinha tudo a ver com o meu perfil. Até minha psicóloga falou que era a minha cara e meu marido acabou comprando para mim."






