Esporte e lazer ajudam na integração
Lucas Paulo de Sant´Anna Fabris, de 16 anos, está há menos de dois meses em Londrina e precisou se adaptar ao novo colégio no meio do ano letivo. Estudante do 2º ano do ensino médio, ele conta que esta não é a primeira vez que muda de escola, devido ao emprego do pai.
"A primeira vez eu senti mais. Tinha 12 anos, morava em Campo Mourão e precisei ir para Uberlândia (MG). Senti que os mineiros foram um pouco mais fechados. O que me 'salvou' foi o cubo mágico, eu aprendi a jogar e isso chamava a atenção dos outros alunos, acabei fazendo amizades por conta disso. Quando já tinha amigos, tive que mudar de escola novamente. Mas achei os londrinenses mais receptivos e consegui me integrar mais fácil", afirma.
No caso de Anna Beatriz Gois, de 14, o esporte foi o responsável por facilitar a interação da estudante do 9º ano do ensino fundamental com os novos amigos. Jogadora de basquete, ela diz que mudou de colégio por causa do time. "Esta é minha terceira escola, mas não estranhei (a mudança). A metodologia de ensino ajuda a fazer amizade, pois fazemos trabalhos em equipe. Sou bastante comunicativa também, acho que é outra consequência de ser esportista. E me reencontro com amigos do outro colégio em outro lugares", destaca.
Fernanda Leate, de 13, cursa o 8º ano do ensino fundamental e também trocou de escola durante o ano letivo. "Minha irmã veio para cá e vim junto. É minha terceira escola, mas aqui reencontrei alguns amigos que tinham vindo antes, o que facilitou minha adaptação. Mas não sinto tanta falta dos outros colegas, porque temos outras atividades juntos, então estamos sempre nos encontrando", diz. (E.G)






