Quando a jornalista Silvia Regina França foi escolher a escola para os filhos João França Marques, de 3 anos, e Lia França Marques, de 7, levou em consideração a linha pedagógica, o período de permanência dos alunos na instituição e a estrutura física.

"Visitei várias escolas e priorizei a que dispunha estrutura natural. A escola oferece aos meus filhos aprendizado que vai além do ambiente de sala de aula. Trabalhos no pomar para reconhecer árvores e seus frutos, contatos com animais, interação através de várias coisas espalhadas pelo espaço externo. Tudo isso é de grande valor e colabora para a formação deles também como cidadãos. A gente é o que a gente vive. Meus filhos adoram a escola", conta ela.

Assim como a jornalista, o engenheiro Horácio Pires de Lima também analisou várias escolas antes de matricular a filha Ana Clara. Dentre todos os quesitos, a estrutura tinha grande peso, visto que, para ele, ela faz parte da formação dos alunos.

"O espaço físico faz a diferença. Ele quebra a timidez do aluno, passa valores e ensina de maneira diferente. Há interação entre os estudantes de uma forma educativa. Na escola da minha filha, entre tantas coisas, ganha pontos quem se alimenta saudavelmente, por exemplo. Cria-se uma competição saudável. Fora os valores morais que são passados, o que é muito importante num mundo em que isso está se perdendo", diz ele.

Imagem ilustrativa da imagem Espaço tem peso na escolha dos pais
O engenheiro Horácio de Lima escolheu para a filha Ana Clara uma instituição, cuja estrutura física contribui para a interação de forma educativa
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