Consolidada como o maior evento de moda da América Latina e uma das cinco semanas de moda mais importantes do mundo, a São Paulo Fashion Week nasceu da vontade de fortalecer toda a cadeia têxtil nacional. Conseguiu, em menos de 10 anos, unir os mais diversos elos, do produtor de matéria-prima ao varejo. Também fez com que outros estados além do eixo Rio-SP-MG começassem a se mexer para agregar valor aos seus produtos. O Paraná não demorou muito a despertar e entrar na onda.
Pioneiro, o Paraná Fashion colocou Maringá em evidência em abril de 2002 ao lançar o primeiro evento do gênero no Estado. O diferencial sempre foi relacionar as novidades apresentadas na passarela com os negócios. No ano passado, a Rodada Internacional de Negócios movimentou cerca e US$ 1, 5 milhão. A expectativa para a edição deste ano, que acabou ontem em Maringá, é de dobrar o faturamento.
Em três dias, compradores, jornalistas e interessados em moda puderam assistir desfiles, palestras e ver contratos serem fechados. Iniciativa da Associação Paranaense da Indústria Têxtil e do Vestuário (Vestpar), o Paraná Fashion ainda conta com o apoio da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, do Sebrae/PR, da Prefeitura de Maringá, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, entre outras entidades. É o esforço conjunto para que a moda paranaense ganhe visibilidade além das fronteiras do Estado. Não por acaso, 35 jornalistas de todo o País estiveram presentes ao evento e assistiram tudo da primeira fila.
Mas se celebridades como Daniela Sarahyba e Carol Magalhães chamam a atenção para as passarelas, os bastidores ganham destaque quando é anunciado um congresso internacional de moda. O objetivo é reunir, em Maringá, no ano que vem estudantes, coordenadores e pesquisadores.
A jornalista Karla Matida viajou a Maringá a convite da organização do evento

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