Envolva-se
Rosângela Vale
Depois de um período longe do guarda-roupa feminino, eles reapareceram. Nos últimos desfiles brasileiros de verão, já davam indícios desse retorno. Meses depois, as passarelas internacionais confirmaram a tendência. E agora é para valer. Marcando os quadris ou evidenciando cinturas de pilão, os cintos chegam ao inverno tupiniquim como um dos acessórios mais requisitados da estação.
Há opções para todos os gostos. Fininhos e transpassados (com várias voltas em torno do quadril), largos e com grandes fivelas, decorados com strass ou tachas (bem ao estilo anos 80), os modelos ganham em variedade e no modo de usar. Podem cair displicentemente sobre saias e calças, serem presos a passantes ou surgirem, soberanos, sobre casacos e blusas de lã.
Na hora de escolher o seu, fique atenta às dicas da consultora de moda Glória Kalil. Segundo ela, quem tem tronco curto deve evitar cintos que marcam a cintura. Melhor os finos, usados nos quadris. Os modelos largos favorecem as mais altas. Tronco longo pede cinto da mesma cor que a parte de baixo da roupa. Para as donas de quadris grandes, o conselho é dispensar o acessório, que compromete a silhueta ao invés de valorizá-la.





