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Assisti a cinco palestras e acabei descobrindo o que eu não quero. Também tive uma idéia mais geral sobre o que eu quero. Estava muito indecisa. Meu maior medo é não ter campo de atuação quando terminar a faculdade. Descobri que quero algo relacionado à Matemática e, ao mesmo tempo, lidar com pessoas. Acredito que possa encontrar isso em Administração Maria Fernanda Cavalaro, 2º colegial
Achei as palestras uma boa oportunidade para ter uma noção do mercado de trabalho. Gostei de ouvir que o perfil do profissional, independentemente da área, deve ser o mesmo: estar sempre atualizado e ser o melhor. Eu já tinha me decidido por Medicina há bastante tempo, e o que me motivou a assistir as palestras foi aquela dúvida: será que teria algo que vou gostar mais? Mas confirmei minha decisão. Lucas Mira Gon, 2º colegial
Por estar fazendo a Oficina de Jornalismo, participei de todas as palestras e achei o evento muito interessante por trazer os lados bons e ruins de cada profissão. Já havia me decidido por Relações Públicas, mas tinha medo do que iria enfrentar depois do curso. Mas soube, pela palestra, que a profissão está em ascensão no mercado e fiquei mais segura. Mariana Bernini, 3º colegial
Foi bom porque os profissionais mostraram os tipos de matérias em cada curso. Me interessava por Nutrição, mas descobri que tem muita matemática e já descartei. Gostei de Administração; o palestrante falou sobre e-business, uma área que achei bem interessante. Mas já havia me decidido por Medicina e, depois de saber sobre o novo método de ensino no curso da UEL, reforcei minha decisão. O mais difícil na hora da escolha é a influência dos amigos e do mercado de trabalho. Tem também aquela coisa de neste curso eu consigo passar, naquele não. Tem gente que acaba se decidindo dessa forma. Juliana Brum Moraes, 3º colegial
Assisti às palestras de Fonoaudiologia, Farmácia, Administração e Fisioterapia. E fiz a Oficina de Jornalismo. Acho que muita gente conseguiu se decidir, mas eu não. Sou um caso à parte. Não tenho muita afinidade com um curso específico. Só com cinema. Mas acho que, no Brasil, cinema é muito complicado porque não tem incentivo e existem poucas faculdades. Me decidir por algo que eu ache que vou me dar bem como profissional é a minha maior dificuldade. Não sei porque é tão difícil para mim. Tem gente que já nasce sabendo o que quer fazer na vida. Paulo Maisatto, aluno de cursinho





