Energia: alimento para a célula
A cromoterapia estabelece que a doença física pode ser o resultado de interferências externas que a princípio, quantitativa e qualitativamente, causam variações imperceptíveis nas reações químicas. Por sua vez, são esses processos que ditarão o ritmo do organismo, e qualquer alteração, por consequência, acarretará modificações na frequência celular e gerará manifestações de desequilíbrio em alguma região ou órgão específicos.
Dessa forma, a aplicação das cores torna-se uma medida de reativação, uma vez que envia ao campo das células a energia luminosa necessária para as funções vitais de cada sistema ou aparelho.
Dentre os muitos casos que já passaram por Ondina, ela destaca que em grande parte as aplicações surtiram efeito positivo. ''Sabendo a função de cada cor, as lentes são usadas conforme a doença'', disse. Mas, se na Itália e em outros países essa variação da medicina alternativa (terminologia também adotada, entre outras, à homeopatia, hidroterapia e acupuntura) já atraiu adeptos e pesquisadores, a cromoterapeuta conta que no Brasil, pelo menos entre os profissionais tradicionais, a idéia ainda é tida com certo descrédito. ''Há quem prefira ficar só no corpo da matéria, só que o ser humano também é espírito e energia. Esse corpo energético, aliás, é cientificamente comprovado, não fui eu quem inventei'', aponta. (J.G.)
Serviço:''Cromoterapia Medicina Quântica'', de Ondina Balzano, edição da autora, 2002, 220 pgs, R$ 35 (Livraria Bom Livro)





