Em busca da cara-metade
Arquivo FolhaSó depois de aprender a se fazer feliz, um indivíduo torna-se um bom candidato ao amor, diz a terapeuta corporal e de essências florais Regina Teixeira PeresA receita para arrumar um(a) namorado(a) é simples: basta aprender a gostar de si mesmo e exercitar o amor incondicional com as pessoas ao redor. O resto, a vida se encarregará de providenciar. É o que afirma a terapeuta corporal e de essências florais Regina Teixeira Peres. A maioria de seus pacientes tem mais de 30 anos, e procura ajuda pelos mais diferentes motivos, inclusive para encontrar um grande amor. Todos os casos passam pelo aprendizado de administrar o afeto, diz.
Segundo ela, só depois de aprender a se fazer feliz, um indivíduo torna-se um bom candidato ao amor. A escolha do parceiro deve passar pelo seguinte raciocínio: eu não preciso de ninguém, mas quero ter um companheiro que me trate, no mínimo, tão tem quanto eu me trato. O auto-conhecimento é fundamental para uma relação equilibrada. Dessa forma, nunca vou precisar de alguém que aponte ou reafirme o meu valor, observa.
Para Regina, a independência financeira aumenta as chances de um relacionamento dar certo. O problema é que as mulheres, geralmente, ficam sobrecarregadas com o trabalho fora de casa e com a vida doméstica, passando a não dar muita atenção ao companheiro. A mulher tem que ser nutridora, ou seja, tem que amparar emocionalmente o homem, fazer companhia, preparar uma comida gostosa de vez em quando. E isso não tem nada a ver com submissão, avisa.
Para os que reclamam da má sorte, a terapeuta dá um recado: se eu não me torno uma princesa, certamente não vou atrair meu príncipe encantado, ou seja, se quero encontrar uma pessoa interessante, devo me tornar uma delas. Segundo Regina, atividades como ler, ir ao cinema e ao teatro garantem assuntos agradáveis em um bate-papo e, quem sabe, até rendem algo mais. É muito mais fácil encontrar pessoas interessantes em um teatro do que em um bar, onde a confusão está estabelecida, adverte.(RV)





