Imprescindíveis na composição de um visual, as bolsas vêm ganhando destaque e versões diferenciadas a cada estação. Há tamanhos, cores e formatos para todos os gostos. Desde as de franjas, que seguem a onda country detonada pela novela O Rei do Gado, até as de tons cítricos e bicolores. O destaque da temporada, entretanto, é o modelo de alças removíveis que se transforma em bolsa de mão.
As formas variam entre o trapézio, o quadrado e o retangular, e os tamanhos são democráticos, apesar da leve predominância dos modelos menores. Essa tendência segue o rastro do sucesso da Lady Dior, a bolsa que virou febre mundial depois de aparecer nas mãos da princesa Diana. Para se ter uma idéia do sucesso do modelo, lojas como a Daslu, em São Paulo, e a Magrela, em Brasília, têm listas de espera com o nome das interessadas em adquirir a peça, que custa entre US$ 600 e US$ 1,5 mil.
A associação de um determinado modelo de bolsa a celebridades não é novidade no mundo da moda. Em 1955, a marca francesa Hermés batizou o seu modelo de mão homenageando a atriz americana Grace Kelly, princesa de Mônaco, que a usava com frequência. A ‘‘Kelly bag’’ é a principal referência para os modelos de mão criados hoje.
Elegante e prático, esse tipo de bolsa exige regras especiais de postura: quando se está parada, melhor colocá-la no antebraço, perto do cotovelo, com o braço levemente elevado. Andando, ela pode ser carregada com uma das mãos.
Outra candidata a protagonista desse verão é a bolsa de alças curtas, usada na altura do peito. De náilon, verniz, couro ou camurça, é perfeita para acompanhar roupas decotadas, mas exige postura ereta, além de ombros e braços em forma.

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