Andréa‘‘É difícil entender o ciúme’’A agente de turismo Andréa Rodrigues, 19 anos, está noiva, prestes a se casar e vive um intenso e verdadeiro caso de amor. ‘‘Combinamos muito bem, só temos briguinhas de cinco em minutos. Nunca pensei em mudar o jeito de ser dele, gosto do jeito que ele 钒, confessa. Dentro de sua experiência amorosa, ela acredita que o casal briga por coisas banais, fúteis, tipo ciúmes. ‘‘Na alma masculina é difícil entender o ciúme e o autoritarismo’’, sentencia a jovem.
‘‘A falta de individualidade deixa impraticável um relacionamento. Os homens divergem com as as mulheres principalmente pelo ciúme’’, afirma a estudante Margareth Fabro, 32 anos. De bem com a vida, Margareth está começando um novo relacionamento afetivo e afirma que ‘‘tudo corre bem, estou numa fase ótima’’. Analisando o passado amoroso, ela diz que, com a passar dos anos, a tendência é a relação ser mais equilibrada. ‘‘Mas eu sou a parte mais complicada no relacionamento’’, admite, dando uma sonora gargalhada. Ela complementa essa posição filosofando: ‘‘A alma feminina é mais difícil’’. Num relacionamento, Margareth Fabro diz que a incompatibilidade de valores é administrável, mas quando existe o desnível cultural, o tempo se encarrega de desmoronar a relação.
Afonso‘‘A questão financeira determina a durabilidade do casamento’’
O violinista Afonso Barros, 29 anos, está casado há oito anos. Dentre as diferenças entre ele e sua esposa, ele aponta sua paixão desmedida pela música clássica, enquanto que ‘‘ela não tem tanta apreciação’’. Outro ponto de divergência é que ele é um tanto desligado e esposa exige muita atenção dele. Afonso analisa que as brigas no relacionamento se dão pela questão financeira, e determina em grande parte a durabilidade do casamento. Mas o vilão das relações, o ciúme, também ronda o casamento. ‘‘Como músico, minha exposição é excessiva e gera ciúmes por parte dela’’, analisa.
O cozinheiro Rudnei Nascimento dos Santos, 24 anos, está namorando há mais de um ano. Falando pausadamente, ele afirma que em seu relacionamento afetivo, ele procura resolver as coisas conversando. ‘‘Mesmo porque, ela é mais agitada, um pouco nervosa’’, assegura. As brigas também surgem por questões de ciúmes. Segundo Rudnei, todo mundo é um pouco ciumento. Depois desse tempo de namoro, ela tentou e conseguiu moldar algumas coisas na maneira de agir de Rudnei. ‘‘Eu gostava de sair à noite, agora saio menos. Eu tentei mudar o nervosismo dela, mas é muito difícil’’, reconhece o rapaz.

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